QUEM SOMOS

Nossa História

História Casa Amarela

Uma casa aonde o muro vira uma tela de histórias.

A casa, batizada de Amarela, carrega em seu nome uma referência à Casa Amarela de Vincent van Gogh, em Arles, na França. Van Gogh sonhava fazer daquele lugar um espaço de criação e convivência entre artistas e, Guido artista residente, tem em Vincent, fonte de inspiração permanente em suas obras.

Em uma dessas curiosas aproximações que a arte permite, a primeira artista a visitar Van Gogh em nossa Casa Amarela foi uma vizinha muito especial: Lídia Baís, artista nascida em Campo Grande, em 1900. Sua presença simbólica na Casa aproxima tempos, territórios e histórias da arte, e Tatiana, artista residente, tem em Lidia, fonte de inspiração para espetáculos e é autora de um livro infanto juvenil sobre ela.

Em 21 de setembro de 2024, nasceu a Casa Amarela – Ateliê do Museu de Arte Urbana, criada por Tatiana De Conto e Guido Drummond como espaço para pensar, gerir e realizar as ações do MuAU.

Mas essa história começou antes.

Desde 2017, Guido Drummond já preparava o terreno com arte. Muitas dessas ações permanecem na memória da vizinhança, especialmente das crianças: o Submarino Amarelo, com suas escotilhas transformadas por artistas; a exposição de reproduções de Caravaggio na calçada; tambores e móveis convertidos em arte; os Piqueniques na Orla; e, durante a pandemia de Covid-19, a exposição Vai Passar.

A rua, a calçada, os muros e os espaços de convivência foram, pouco a pouco, tornando-se lugares de encontro com a arte.

Essas ações foram compreendidas como parte de uma prática museal contemporânea e deram origem à ideia do Museu de Arte Urbana. Em 2020, o MuAU obteve seu registro junto ao Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM sob o número: 2.03.41.8816.

Fizeram parte desta fase. Alexandra Camillo, Luiz Xavier, Gilson Martins, dentro outros artistas.

Como museu de território e comunitário, o MuAU tem na museologia social uma de suas principais referências. Isso significa compreender que um museu não é constituído apenas por objetos guardados dentro de uma edificação. O território, as pessoas, suas memórias, relações e histórias de vida também constituem patrimônio.

No Museu de Arte Urbana, esse patrimônio é pesquisado, preservado e compartilhado por diferentes linguagens. Histórias de vida encontram os muros por meio da arte muralista, ganham novas formas pela literatura de território e retornam às ruas pela oralidade e pela narração de histórias.

Assim, a Casa Amarela é mais do que a sede de um museu. É seu ateliê: o lugar onde o território é escutado, as histórias são cuidadas e novos modos de preservar e compartilhar a memória da cidade são continuamente experimentados.

2015

ANO DE FUNDAÇÃO

ARTISTAS APOIADOS
0 +

Nossa Missão

"Fazer das ruas uma extensão da nossa casa, e da nossa casa um refúgio para as cores, ideias e vozes que compõem a identidade visual do Mato Grosso do Sul."

LINHA DO TEMPO

Nossos Passos

2015

O Início

A primeira pintura na fachada da antiga casa da Rua dos Ferroviários.

2017

Primeira Exposição

Abertura oficial do pátio para o público com a mostra 'Cores do Cerrado'.

2019

Coletivo Amarelo

Formação do primeiro grupo de artistas residentes e início das oficinas.

2023

Museu de Arte Urbana

Reconhecimento oficial como espaço cultural e museu independente.